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domingo, 13 de maio de 2012

Mãe, rosa minha



Até parece que é um mar de rosas minha convivência com ela. É, estaria mentindo se o dissesse. Mas não preciso de um imenso mar, é deveras perigoso e de afundar. Prefiro apenas uma rosa e me é suficiente. Apesar dos espinhos que encontro e pressiono o dedo a cada dia, quase sem querer. Porém, quem só consegue ter os olhos para os espinhos, nunca entenderá a beleza e o bom aroma da mais bela rosa: A que é nossa, que nos foi cativada e nos cativou. Espinhos são necessários e inevitáveis. Mas feliz é quem ainda tem essa rosa que me inspirou.

Feliz dia das mães, mainha. ♥

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ao meu Pai

Um agradecimento especialmente mais especial ainda...


Obrigada, Senhor. Por esse aniversário ótimo. Por surpreender-me a cada dia. Por me ensinar e fazer sentir Teu imenso amor. Por derramar bençãos sobre mim, abrir portas, não perder a fé na minha carreira. Obrigada por me mostrar que só o Senhor é Deus, Pai, Amigo, Fiel e Minha Força. Obrigada por Tua vida em mim, por Sua alegria. Por me permitir diariamente sorrir, respirar, sentir o vento em meus cabelos, amar. E Te agradecer. Obrigada por Sua bondade, proteção e TANTOS presentes em forma de amigos que o Senhor me dá sabiamente. Permita-me seguir minha carreira, espelhando-me mais e mais no Teu exemplo, Jesus. Na Tua mansidão, paz, fé e amor. E que além de tudo, eu não me esqueça que tamanho preço foi pago por mim. Que não fui um engano, fui plano Teu, pedra preciosa moldada por Ti. E sendo o Senhor tão bom e misericordioso, me amou primeiro. Independente de minhas falhas e erros, de momentos e más escolhas. Mas eu sei que a melhor coisa que eu podia fazer, já foi feito. Escolhi a Ti, Jesus. Toda honra e toda glória à Ti, meu Rei. 
Amém!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ao Fábio


Antes de tudo, uma oração básica.
"Que eu tenha dois graus (assim como minha miopia) de inspiração. Apenas isso. Para que eu consiga por meio de minhas simples palavras transmitir a ti coisas lindas e encantadoras como meu presente de aniversário 'virtual'. Que saia espontaneamente, com rimas ou sem, parafraseadas ou tão minhas que você reconheça o tom, a cor e o cheiro: Aroma risonho em contato com seu gás hilariante." 
(Risos)
Amém!

Meu nego,
não sei bem como começar essa parte aqui. Da maneira mais direta e lógica, desejo-te (de novo) parabéns. Com um dia de muito trabalho, um pouquinho de estudos e apenas um banho. Quente. Mas só porque hoje é o seu dia. rs Então vou tentar, certo? Desculpa se eu não conseguir. Boa sorte pra mim.

Se não fosse verdade e tão real quanto aquele homem de moleton,
poderia dizer que ficaria em mim registrado apenas o seu lado ogro.
De um jeito que não adianta você aí pensar no Shrek.
Fiona teve sorte. Eu? Eu nem tanta assim, a princípio.
Mas como mudou? Em que momento conheci o outro lado desse Cascão?
Não sei, não lembro, não importa muito. 
Apenas que eu tive essa oportunidade. E não a desperdicei. Como poderia? 
Como poderia eu sobreviver uma semana na capital nas férias com um primo tendo crise de aborrescência para o meu lado enquanto eu infartava de tédio?
Como poderia eu ter as melhores conversas por web, ainda que do outro lado quase não se abria a boca a não ser quando uma gargalhada falava mais alto?
Como poderia eu rir "sozinha", feito uma doida como dizem meus pais, enquanto fico no computador, se não estivesse falando contigo? 
Aquelas cenas em que não me contive, nem você. Onde se via assombrações, eu comia banana, você maçã... E nunca uma salada mista (ok, piada sem graça).
Eu te apresentando minha casa, meus pijamas, minhas fotos da estante e cada receita que me dá 'alok' de fazer. Deixando você com muita água na boca que eu sei (é, ou não).
Você cumprindo sua palavra de não me deixar, embora as letras embaralhem por o sono estar pesando. Lembra dessa vez? Quase me apaixonei aí. rs Digo que podes ir dormir e você me responde com 'mas terei que te deixar... disse que não deixaria. Lado fofo de Fábio mode on ~sometimes~ me derrete todinha. uhahuahuahuau
Se não fosse você, quem me ensinaria a assoar do jeito certo o nariz quando estou resfriada? Quem? rs 
E sua tamanha esperteza fazendo mágica pra transformar uma maçã em do amor, pra mim? *-*
Nós competindo (e está printado) pra saber quem tem a língua maior, você me mostrando onde fica a tecla 'Prt Sc' e também seus belos dentes brancos.
Ouvir você opinando sobre a roupa curta da sua irmã, falando que por pouco quase vi seu pai passando de cueca, como também sua mãe vez ou outra aparecendo no seu quarto... São coisas bem divertidas de nossa amizade.
Teve um período em que nos falávamos de manhã, enquanto eu me arrumava para ir à universidade e você estava à caminho da sua (ou do trabalho, me confundo), no metrô/ônibus. E dai eu tinha que desligar pra ir embora, ou porque meu professor chegou pontualmente. --'
Enfim, quero dizer que como você sabe, és bem especial para mim. Amo sua voz, você cantando, suas mensagens de texto e comentários no blog (quando acontece, claro). Só não amo o fato de você preferir respirar tanta poluição aí em São Paulo em vez de morar comigo aqui em CampinaGrandeDepressão. 

Pra encerrar... Esse print que até tinha me esquecido dele.


PS1: E se me fizer raiva... Cuidado, hein. Eu risco a faca no chão assim como você diz que fazem aqui. u_u uauhahuuha
PS2: Feliz aniversário, seu cabra da peste. <3 rs

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dose de você

Bem, ao ler Hálito de menta no Blog da Luna, me inspirei um pouquinho e fluiu esse texto. Então dedico a mesma. E espero que realmente goste, apesar do meu toque sempre romântico-apaixonado. :)

Estávamos na varanda de casa, primeiro andar, abraçados na rede azul e quase que paralisados por observar o céu daquela noite. Tipo de coisa que beira à magia quando se vive um momento desses ao lado de quem amamos. Após dez ótimos minutos em sua proteção e carinho, ele me diz:
- Consegue identificar o Cruzeiro do Sul, amor?
Ah como eu me derretia - por mais quente que seja seu aninhar-me nos braços acompanhado de seu hálito de menta - quando ele me chamava de "amor".
- Hum... Acho que perdi essa aula. Vale encontrar um rabisco mais fácil? 
Ele aspira o cheiro de shampoo, entrelaça alguns dedos nos cabelos dela, e diz:
- Vale um beijo meu.
Ela sorri e começa a procurar.
Passado um tempo...
Ela: - Ali! - e aponta.
Ele tenta localizar o lugar.
Ela: - Sabe o que é? 
- Assim... Aqui? Bem aqui? - apontando também.
- Isso. O que vê aí?
- Amô-ô. Mas você quando não é 8, é 80! Não vejo nada.
Ele vivia utilizando ditados em suas falas. E ela aprendeu um bocado graças a ele. Vez ou outra tentava aplicar em alguma frase. O que não obtia muito êxito. Às vezes se perdia no sentido. Talvez porque o que ela unicamente sentisse fosse ele.
 Ela, então:
- Sério, amor? Você tá ficando ruinzinho nisso, hein. Uma ampulheta! E com o tempo se findando.
Ela se acha por esse instante bem esperta. Uma pausa e ele confessa:
- Você me surpreende cada vez mais, meu bem. Que olhar sobre as coisas! 
Ela ri, um pouco constrangida pelo comentário e responde:
- Você me acha um pouco lunática?
Ele arqueia uma sobrancelha, entorta o lábio, observando aqueles olhos lindos atentos pelas palavras dele, e diz:
- Um pouco? Sério que um pouco lunática, Luna? Seria até contraditório se não fosse. Oh, amor... Você apenas consegue enxergar outras possibilidades - num modo bem particular - em tudo. Que parecem ir deste plano a outro. Sabe um buraco negro? Te vejo como uma garota com ousadia e coragem na medida Luna para mergulhar no desconhecido. Para saborear os caminhos que seus olhos conseguem encontrar - de fresta a oceano. Mas não te preocupes com isso. Pois bem que eu queria sim, um pouco de sua essência Luna-lunática de ser. 
Ela não consegue pensar em nada para responder-lhe. Ele, então, continua:
- É como naquele filme em que o cara viaja no tempo para conseguir mais tempo com a mulher amada. 
- Que filme é esse, amor?
- É só um roteiro de como seria o nosso, querida. 
Ela se assusta e se encanta ao mesmo tempo com sua piada. Ele termina:
- Não me culpe. Acho que é apenas meu eu-lírico luna-lunática de ser aflorando por eu ter tomado por hoje a minha dose de você.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

À querida Pé de bola


Eu sempre admirei uma amizade em que nunca houve estranhamentos, arranhões, mágoas e todo desentendimento possível. Um laço no relacionamento constante. Maduro. E por isso mesmo, importante demais para perder-se tempo distante desse alguém por besteiras e picuinhas. Só uma pessoa nessa vida eu não me arrependi de ter tido de fato um mal entendido. Ainda que devido a isto, passamos quatro meses sem nos falar. Ter sido ignorada, desprezada, e todas essas coisas mais que um coração magoado e ressentido faz "sem querer querendo". E por que a falta desse sentimento? Justa causa. Nobre causa. Pois nossa amizade se tornou inexplicavelmente melhor, o sentimento uma com a outra, a maneira de agir, de falar, e também a admiração crescente, claro. A doçura e cumplicidade, e a relação íntima que o tempo e espaço não mais afetam. Aquela amizade que pode-se passar anos, mas quando se reencontram... Nada mudou. Apenas milhões de novidades para contar, atualizar, fofocar. Como é bom poder ter essa certeza de ser bem vinda, de ser querida, de desejar "clichêmente" do fundo de meu ser o melhor do melhor deste mundo para alguém. De fato o melhor tesouro que podemos encontrar é um amigo. Pode partilhar com este tudo o que necessitamos expelir de nós mesmos. Sejam angústias, incertezas e confusões nossas... E até o mais belo sentimento demonstrado por uma frase que simplifica bastante coisa nisso: Há amigos mais chegados que irmãos (tudo bem que somos um pouco suspeitas de usar esse argumento, já que não temos irmãos. Porém, não só eu já te adotei como uma, como somos irmãs em (Cristo Jesus). Desejo um aniversário super carregado: de bençãos e alegrias que extrapolem em largos e doces sorrisos diariamente. Deus te abençoe, eu amo você (não reclame. u-u). Ops. E não chore. haha

Parabéns, Jéssica Aires de Oliveira (primas não, IRMÃS, hein!). <3

domingo, 9 de outubro de 2011

Crianças

Dia das crianças chegando, feriadão asilando em casa e eu apenas querendo me divertir - ainda que com minhas possibilidades de companhia no momento serem meus primos (sempre crianças) que eu os amo. Enfim, vou começar do começo, certo? Quando criança, eu me espelhava - e ainda me espelho dependendo das circunstâncias - em duas pessoas, uma tia e uma prima. Eram do tipo que quando elas saíam juntas ou sozinhas mesmo, eu queria ir também. Essa lembrança é de fato bem antiga. Então, com minha tia, eu tive a oportunidade de ir pro cinema uma das primeiras vezes de minha vida com alguém da família e que eu tivesse/tenho admiração 'inexpressa' (é uma admiração que é inexistente a maneira de expressá-la, palmas pra mim. rs). Ela me chamou, meus pais deixaram e fomos eu, ela e o namorado (e atual marido) - bacana, sempre gostei, ainda bem. 

Onde quero chegar é que eu fui muito feliz por isso e outros momentos também que minha prima me proporcionou. Elas não sabem. Bem... Penso que não sabem. Assim, que até hoje eu lembro, que reconheço, que fez diferença pra mim. Com meus primos é a mesma coisa. Porque se eu já amo crianças e busco de todo jeito fazer com que elas sorriam pra mim combinando um brilho ingênuo e incrivelmente lindo no olhar... Imagine com primos carinhosamente chamados de pirralhos agora mais do que nunca à minha disposição (é que me mudei e tô mais perto deles, anyway...)? Então, ontem eu chamei uma prima minha, de onze anos pra ir comigo, meu amigo (e uma amiga que acabou não indo) ao cinema. A mãe deixou, se preocupou com a indicação do filme (como se eu fosse irresponsável quanto a isso ¬¬) e deu-lhe o dinheiro, o cartão do passe, etc. 

Fomos. Lá, duas coisas que me chamaram muita atenção. Uma:
Eu: Larissa, consegue assistir filme legendado? 
Ela: Consigo! 
No começo do filme, quando passava aquelas cenas rápidas com os créditos ainda, eu pergunto: Tá conseguindo acompanhar? 
Ela, super animada e enfatizante: Não, mas tô AMANDO o filme!

Nossa, isso me fez rir MUITO. E me lembrou como é ser criança. rs
A outra coisa, foi que em algum momento do filme, ela me atira: Jaque, perdi meu brinco. 
Eu: Espera o filme terminar que quando acender as luzes a gente procura. 
E incrivelmente ela tinha perdido o brinco, porque a tarraxinha (que trauma desse nome, eca) tava com ela ainda - a menor peça e mais tensa de se achar.

Filme terminado, chega o cara que sai recolhendo o lixo do cinema. E nos viu procurando, me ouviu comentando sobre o brinco e ofereceu uma lanterna, perguntou se eu queria. Eu me derreti por ainda existir pessoas assim, porque sei lá, se fosse eu talvez, nem me importaria com essas frescuras de menina (ainda que reconheço, mesmo quase não usando brincos por alergia, que há uns que me fariam procurar e chorar -menos- mesmo. rs). Meu amigo se abaixou e foi procurando, ele foi outro que me surpreendeu. Ficando de QUATRO. É, meio tenso. E... Quem achou o brinco? Eu! \o Só que com meus dedos nada delicados não consegui pegar. Enfim, encontramos, devolvemos a lanterna, agradecemos e eu fiquei com uma porção de coisas a respeito na minha cabeça. 

Uma é que eu quero e amo ser para minhas crianças merecidamente admirável, fazê-las felizes, proporcionar bons momentos. E, claro, ter a confiança delas como quem confia num super-herói. O predileto de cada uma, continuando eu a guardar o meu cheetos que não comi durante o filme para levar pro Pedro, inventar um bolinho de queijo que deu super errado só para pegar a mão na massa com Joyce - que segundo ela, foi a primeira vez... E tantos mais. 

Para encerrar minha admiração e risos espontâneos que estas crianças também me proporcionam... Hoje depois dos bolinhos, faltou energia aqui e eu estava sozinha com Joyce (tem nove anos, bjs) e em um momento ela me solta: Jaqueline, vamos ligar pra polícia pra ela nos ajudar? Desse jeito! Meu Deus, como ri. Até liguei pro meu amigo pra comentar. É que ele também é louco por crianças e me acompanhou com as pérolas de Larissa do dia anterior.

Enfim (pela terceira vez), adiantando aqui... Tenham um feliz dia das crianças. E lembrem-se: Para fazê-las felizes, é só voltar a ser uma também (ou no meu caso, continuar sendo). É tão espontâneo as coisas, como acontecem, fluem, e nos rende histórias incríveis, engraçadas e muitos risos - dos melhores: Aqueles trocados, compartilhados, que foi memoravelmente vivido junto.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Quando me aperta o sentimento II


Senti falta da lembrança, dos flash's de minha memória de suas expressões, de sua essência, e também daquele dia tão triste; do escorrer-me lágrimas pelo rosto, até doer a barriga. Fungar o que vivemos e o que você significou para mim. Jamais esquecer-me e deixar de pensar em ti, nas suas peculiaridades de ser e beleza de espírito. Ai como me dói. Como queria vez e outra e sempre voltar no tempo e conviver mais contigo. Ou te trazer aqui comigo. E te trago, te levo, te guardo, carrego, não sossego, te amo!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Dispa-se e renove-se

A cada dia, renove-se. Reveja suas ideias, opiniões, certezas. Encontre novos olhares, possibilidades, escolhas e posicionamentos. Reaja. Não limite-se. Abandone a negatividade, sorria às críticas, renda-se a um elogio, afogue os pré-conceitos, enterre os arrependimentos. Entregue-se à curiosidade, desejo, esperança e, é claro, ao amor (Como esquecer dele?). Primeiro, jogue fora a mentira, inveja, sede de vingança, rancores. Livre-se do coração partido, da alma ferida e mágoas do passado. Acredite, deixe-se, observe, aceite, supere, busque, realize. E não se esqueça: Aprenda. Aprenda e viva. Tenha muitas experiências. Passe adiante o gesto, a intenção, o singelo, a gentileza, a gratidão, o olhar, a paciência, o sentimento. Dispa-se e renove-se. Para o hoje, o novo dia, a vida, o amor e, para si mesmo.

Para Jéssica Bruna. Feliz aniversário, minha loira linda. *-* 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Bolos, tapiocas, fofocas e uma amizade


Como é bom poder te abraçar novamente
Olhar e sentir sem esforço tua esperança
Me encantar com tamanha fé
Me alegrar com tua presença de volta
Com minhas confissões e nossos segredos
Com seus ensinamentos e experiência de vida.
Fiz uma adoção certa
Ganhei e conquistei um espaço em ti
Agradeço por ainda poder compartilhar contigo
Muitos mais momentos
Muitas mais novidades, fofocas
Bolos e tapiocas
E conversas à sombra da árvore
Sua humildade admirável
E sinceridade absurda
Com sua acolhida maravilhosa
Com todo amor do mundo
Plano divino
Colo macio para mim
Quero seu melhor sorriso
Seu cheirinho agradável
E ar sereno de mulher sábia
Amor de vizinha,
Amor de mãe,
Amor de vó.
De uma neta postiça.
Vó que tomei de enxerida
Vó, nunca esquecida.

Te amo, lua linda do meu céu. <3

Ao Naro

Mas como entender que os dois 
Por serem feijão e arroz
Se encontram só de passagem?
[O teatro mágico] 

Como ousa mais uma vez não me contar?
Que direito mais egoísta o seu.
E agora, de última hora,
Como eu vou rimar?
Não adianta cantar parabéns
Desejar feliz aniversário
Quebrar uns ovos na sua cabeça só de raiva.
O que me resta fazer?
Dedicar um espaço aqui
Que já é seu
Apesar de sua ausência
Apesar de sua discrição
Eu amo sua essência
E te dou o meu perdão.
Obrigada pelos conselhos
Pelo ouvido e por ser
Minha fábrica particular de risos
Pelo carinho, preocupação
E singularidade do nosso laço
De uma diferente amizade.
O fato de não ser cara a cara
De nos programarmos quase nunca
De sempre dar errado
Da distância pela correria
E também sei, não minta
Pela sua personalidade.
Ainda tento entender
Como sobrevivemos a isso
Como você ainda vem até mim
Mesmo que demore
Mesmo que eu tenha que te puxar a orelha
Mas dessa vez,
vou apenas cobrar meu pedaço de bolo
E mais atenção, mais alegria
Mais essência de Naro.
O que tem lugar de fato especial
Em mim.

Aceite meus parabéns, pessoa que ainda se considera aniversariente, 56 minutos depois do seu aniversário. <3

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Quando me aperta o sentimento

Não vá embora de mim, não se camufle, não fique quieto, não seja neutro, não deixe que eu pare de me lembrar de você, com a rotina e correrias me alugando. Preciso da lembrança ainda para viver e as lágrimas limparem meus olhos, eu respirar fundo, olhar para o alto, sentir aquela saudade, me perguntar por que, a lágrima cair e molhar meu colchão, esfriando meu lençol de seda. Me deixando um pouco culpada, achando injusto. Querendo sua amizade, convivência e certeza de volta.

Ah, Sei Lá... <3

(...)

"Quando eu não merecer mais sua atenção, cuidado e amizade, pode ir embora e não voltar mais. Só que vou até você, aliás... Não deixaria isso acontecer.
Amizade alimenta o espírito, dá brilho ao sorriso e encanto no olhar. Eu vejo isso em mim quando te sinto comigo."
Para Rafael Naro. :)



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ação/Reação

Meu bem, veja que interessante o que o tempo fez conosco. Houve um dia que eu tive tanta mágoa de você, uma tristeza tão grande quando lembrava daquelas palavras que soaram como punhaladas em meu peito que você um dia me soltou. E depois, em algum momento, ao lembrar da ausência, de você seguindo sua vida, de você completamente ou aos poucos ir esquecendo-se de mim e eu sem saber sequer se foi uma 'decisão' rápida, se foi um sentimento apenas ignorado, se na última briga já esquecida que aconteceu, nos ferimos perfeitamente um ao outro, com a certeza que não passaria mais daquilo, tirando um peso de nossas costas porque já não dava mais.
Que surpresa, não? Quem é vivo sempre aparece e antes tarde do que nunca. Uma verdadeira amizade nunca deve ser aceito que houve um fim, porque ao contrário ela nunca existiu. E se houve um fim? Há um recomeço, ainda há tempo, ainda há meu carinho enorme por você, por incrível que pareça. Estava perdido dentro de mim, quase que esquecido o que vivemos. Como uma proteção, esquecer o que já não me pertence mais, para não ficar lamentando, me perguntando porquês, dando volta em círculos, sofrer. Não curto sofrer, aliás, quem curte? Sofrer por 'amor' até entendo. Mas me revolto porque amigos algumas vezes nos pregam essa peça.
Como foi um dia não, porque ficou no passado. Mas como será agora? Oxe, vem cá meu galego da voz mais linda que já ouvi, estou aqui. Há tanto tempo, há tanto tempo, no meu canto... Mas você veio pra perto de mim, e quem sou eu pra rejeitar uma confissão sincera? Isso, pode confessar que ainda me ama. hahahaha Incrível como aceitei tão bem isso, tão rápido. Geralmente o que não vem da razão é mais complicado de explicar e entender. Mas não de se sentir.

domingo, 1 de maio de 2011

Amigos e vida

A vida nos ensina que por mais que queiramos ser amigos das pessoas, umas simplesmente não vão aceitar a nossa amizade. Ensina que são nas horas de dificuldades que reconhecemos nossos amigos. Ensina que amizade verdadeira não depende de tempo, mas sim da confiança. Ensina que existem pessoas que nasceram uma para outra, que são amigos fiéis até a morte, e que mesmo longe, sentimos sua presença. Ensina que em minutos podemos deixar marcado nossa personalidade no outro, com o lado negativo ou positivo - para dar eixo a algo puro e de valor. Também que mesmo não conhecendo, uns omitem seu verdadeiro eu, ou se escondem em meio aos seus medos. Os fortes conseguem passar sua felicidade e virtudes a diante, não são todos. Ensina que mesmo que você insista em ser feliz, haverá uns que se opõem às suas ideias e que farão de tudo para deixar você mal. Mas depois de um tempo, vemos que somos maiores que nossos inimigos. Ensina que mesmo que você se sinta um fracassado, não terás todos os motivos do mundo para agir como tal. Ensina que as pessoas que te amam, nem todas vão confessar-te, mas continuarão te amando mesmo assim; E seu dever é tratá-las todas da melhor maneira possível. Ensina que não precisa de convivência para se tornar especiais as pessoas, e sim oportunidades. A cada dia podemos mudar os erros ou ajudar a corrigir os do próximo; podemos ser feliz ou continuar fazendo cara de emburrado; podemos amar ou simplesmente ignorar. Mas a melhor forma de viver, sem dúvida alguma, é do lado de nossos amigos.

Por mim, em 28/02/2008 e dedicado a Kelsson.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Prefiro ser criança

De fato eu nunca gostei quando 'adultos' vêm até mim e dizem "Como tu é ameninada. Um crianção. Só tem tamanho. Doida!" Quando eu era criança tinha um vazio em mim por não ter com quem brincasse comigo quando eu queria. Cheguei ao ponto de negociar dar chocolate da mercearia se tal pessoa fosse brincar comigo. E me sentia injustiçada por não ter um irmão. Cobrava isso dos meus pais chorando. "Pai, mãe. Eu preciso de alguém pra brincar comigo. Eu vou brincar de escolinha e sabe quem são os meus alunos? Os bancos que eu coloco com a mesinha e fico dando aula pro vento." É, depois que essa fase triste passou, eu me tornei meio violenta (Amanda que o diga). Vou comentar aqui algumas de tantas que aprontei. Já belisquei fulana insistindo pra que fosse brincar comigo, coloquei Amanda ajoelhada no milho porque fui brincar com ela de 'senhor e escravo' (pelo menos dizer que eu não tinha cultura, não pode), fazer Ivone limpar meu vômito quando passei mal. Não me orgulho disso, sério.
Mas onde quero chegar é que eu passei por isso, da fase triste e violenta e fiquei comigo apenas a parte alegre, divertida e espontânea. Por que viver de maneira tão formal com outras pessoas se podemos descontrair? Ser adulto vem fixado a muitas responsabilidades e stress que não nos deixa muitas vezes olhar o simples da vida e sorrir com pequenas coisas da mesma. Não quero uma felicidade marcada no calendário. E tampouco me manter séria e centrada em alguns dias e em outro ser uma 'palhaça'. Eu ainda prefiro o meu jeito, mesmo que outros me digam aqueles comentários que já falei. Sei que terei de aprender que a vida é também algo selvagem. Que tem gente que se importa e outras não. Que falam por trás de você, com inveja de você, querendo te derrubar. Eu apenas acho que é melhor viver com a sinceridade, alegria, inocência e despreocupação de uma criança do que ser um robô com problemas sentimentais.
Ah. E para a minha conformação, me restam os primos queridos. Primos estes que eu os faço me chamar de tia, pedir benção e tudo mais. Mimo, repreendo, dou carinho, ensino e por horas até fico de bico junto com eles. Ser criança e poder conviver também com elas é uma oportunidade para aperfeiçoamento de nosso caráter e me encanta cada dia mais. Só para matar a minha vontade, postarei umas fotos de meus pequenos. *-*


Banho de Samuel em Santo André. rs

Caroline. *-*

Sabrina, coisa fofa. *-*

Evandi, o mais charmoso e sedutor. De mil namoradas. rs

Clarinha linda e meiga. *-*

Foto hilária de Allandson banguelo e ainda mais com esse óculos. rs

Larissa, parte de Sabrina e Joyce.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Happy birthday

Sonhos podem ser algumas coisas loucas e improváveis. Como querer ser médico tendo horror à sangue, ganhar na loteria sem sequer jogar, casar com o príncipe encantado quando só existe sapo na lagoa que estamos. Mas não necessariamente coisas difíceis, quase impossível de acontecer. Há um que pareceria simples para muitos, mas para nós, não. E este sonho ainda permanece comigo. Depois de dois anos e alguns meses, ainda temos (falo por nós) o sonho de nos conhecer. E depois disso - não sei se essa é a parte simples ou improvável - sairmos em viagem pelo mundo, conhecendo vários lugares e dando palestras que ainda não sei o assunto. Talvez, quem sabe, uma dissertação de como a internet aproxima as pessoas e como isso pode se tornar real. Há muita gente tímida no mundo, que tem dificuldade para fazer e manter amizades, de saber agir em relação à mesma. E o socorro de algumas dessas pessoas é o mundo estranho aos olhos de nossos parentes mais velhos - a internet. Não sei se isso acontecia comigo ou com ela, também. Acho que não. Apenas num momento de loucura (maybe) nós nos encontramos no fake e alí seria o começo de uma linda amizade.
Já comentei que se tivesse dinheiro e permissão, o primeiro lugar que eu viajaria seria para Belém, para finalmente te encontrar. Mas agora você está em São Paulo, eu não gosto daí. Mas se fosse para passar pelo menos umas horas contigo num intervalo de um voo, eu amaria. Se bem que era capaz eu perder o avião por preferir ficar conversando contigo e tendo nossas crises de riso e falatório. É, como vocês perceberam (para quem leu até aqui), esse post é bem diferente. Tenho aqui o intuito de parabenizar minha amada mana de coração, Júlia. Essa data será lembrada por mim até que eu não mais consiga, pela minha idade ou esse meu normal caso de esquecer algumas coisas. Datas de aniversários de importantes pessoas eu costumo não esquecer. E não quero que passe em branco também. Eu não posso estar aí contigo, mas espero que sinta um pedacinho de mim na carta, vídeo, depoimento, scrap... Tudo que nos ligue. Ah, falando em ligar... ARRUME UM TIM! rs
Continuando... Sou grata por ter te conhecido, pelos enormes textões trocados na época da Juanita e Britney. Grata pelas suas fotos loucas, seus vídeos apresentando o pessoal, fazendo o Dudu dizer que me ama e o Jaum (o da voz sedutora *-*) também. Pelos desenhos que você fez, por cada "objeto" que você me mandou junto aos envelopes. Pelas conversas na web, e no telefone também. Pelo seu "Feliz Natal", pela sua outra tentativa de "Feliz Natal", pela vez que você furou o dedo e sujou o papel de sangue, por aquela vez que eu achei que foi um dos dias mais tristes da minha vida (e que hoje nem lembro mais do porquê que eu fiquei daquele jeito) e pedi pra você me fazer rir e você incrivelmente conseguiu. Obrigada por todas as palavras, demonstrações de apoio e afeto. Eu espero que um dia consigamos nossos sonhos individuais e os nossos sonhos, também. Espero pelo dia que faremos teste de resistência, viraremos noite conversando e tiraremos fotos de todas as caretas possíveis que imaginarmos.
Porque quero te ver feliz não só no seu aniversário, como todos os dias de sua vida. Porque você é uma parte de minha felicidade e quero contribuir mesmo que longe de tudo que você me proporcionou e vai proporcionar, benhê. Parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns, parabéns! (Depois de realmente digitar 17 parabéns... Tô achando esse nome tão estranho, não? rs) Se faltar parabéns, faça com que eles se reproduzam. Lembra? *-* Muita saúde, paciência, boa memória, fé, amor e amizade (principalmente a nossa). hahaha Ah. Fe-li-ci-da-des! Eu te amo, mana. <3

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Coleciono risos

Sorrisos para mim não bastam. Crises! É, de risos. Gargalhadas autênticas. Espontaneidade. Pode parecer loucura, mas... Já que qualquer um pode ter a coleção do que quiser, eu tenho a minha. E posso afirmar que ela realmente me faz bem. Não só saio procurando a combinação perfeita do olhar sincero com a atitude que nos é natural por vezes involuntariamente. Eu busco fazer sorrir.
O sorriso é como um guarda-chuva. Aos pingos d'água, todos querem estar sobre a utilidade e efeito dele. E quando se encontra esse guarda-chuva tão acolhedor, quem quer mais sair de sua presença? Seu sorriso protegerá seu companheiro das lágrimas não só das nuvens, como de sua própria alma.
Fazer sorrir, meus caros, não deve ser função só dos palhaços de circo e humoristas da TV. A família, por exemplo, deve ser a primeira fábrica de sorrisos na vida de uma pessoa. Feliz é aquele que se alegra com sua família e agradece por ela todos os dias. Que consegue lembrar das melhores cenas, micos e situações que arrancaram de um ou todos, um simples sorriso ou aqueles de fazer xixi nas calças.
Mas sabemos também que há uma família que você tem a liberdade de escolhê-la. E essa família eu busco pelo simples gargalhar recíproco que provocamos um no outro. Sei o que pensas agora, leitor. Família, amizade, amor e vida não são sempre um mar de rosas. Há horas que você deseja matar seu vizinho, irmão, namorado, um amigo que pisou na bola com você. Mas claro que não literalmente. Bem, assim eu acredito.
Mas eis que como eu disse antes, meu sorriso sendo um guarda-chuva, logo sou um conforto inigualável para quem precisa. Logo sou ouvidos gentis, abraços solidários, uma música suave. E por vezes, um silêncio duvidoso. E quão maravilhosos são os amigos, que até nesse momento nos compreende. Uma telepatia estranha, um olhar confuso. Interrogações exclamativas e, no fim, nos rendemos ao ato mágico de sorrir.
Quero compartilhar alguns sorrisos de minha coleção com você. Charme, estranheza, espanto, meiguice, naturalidade, mistério, encanto, dúvida. Dentes brancos, com aparelho, banguelo, com gloss, só com manteiga de cacau. Mordendo os lábios, piscando um olho, pensando em alguém, fazendo bico, dando uma de modelo, um pouco sem noção. Mas, aceitando-se e deixando à disposição mais um guarda-chuva nesse meu mundo.



Para fazer valer meu título de amiga, não importa quantos guarda-chuvas for preciso eu abrir para cada um deles, eu abrirei. Porque não necessariamente quem está na chuva é pra se molhar. Obrigada por todos os momentos que vocês me proporcionaram e por aqueles que ainda virão.

Vamos! Acrescente o seu sorriso à minha coleção.
Se está em dúvida, eu dou o meu guarda-chuva de garantia. ^^

Lista de sorrisos da foto:
Delminha; Gisely; Guilherme; Mayara; Allandsson; Larissa; Nielly; Illana; Mariana; Rafaela; Sheyla; Laíse; Jéssica; Deborah; Tayná; Amanda; Júlia and me.