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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Perigosa mania


E dentro de mim surtou perigosa ventania
Porções de dúvidas, medos e insegurança
Pensamento meu em ti que já virou mania
E se recusa em continuar apenas lembrança

sábado, 15 de outubro de 2011

Da delicadeza


Quero vestir-me de borboleta e transformar o que exala em mim em uma nova cor.
Em meu casulo e a seu tempo me revestindo de novo ritmo, purpurina e esplendor.
Detalhes graciosos e encantados no compassar de belos rodopios não-coreografados.
Bailando novas pontes e cambalhotas macias por dentre lindezas pelo sol iluminados.
Rompendo algemas, prisões e casulo meu em natural metamorfose bonita e serena.
Banhar-me entre(novas)linhas de versos e magia perfumados de tua pele tão morena.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Congela a dor

Por que congelador,
não congelas minha dor?

Congelastes lembranças,
num recorte de nostalgia.
Congelastes aquele tempo,
onde primavera se fazia.

Congelastes minhas expectativas
de uma sonhadora menina.
Congelastes no arranjo triste
que agora me combina.

Congelastes o poema de amor,
numa gaveta esquecido.
Congelastes meu pobre coração,
sem eu ter te pedido.

Congelastes para bem longe,
O fio de esperança que não me restou.
Mas ainda não entendo Oh, céus!
Por que não congelas minha dor?